País
Chega apresenta requerimento para audição de MAI e ministra da Justiça na Comissão Permanente
Em causa estão as polémicas que envolvem Luís Neves enquanto diretor da Polícia Judiciária, nomeadamente obras numa casa sua e o atrelado encontrado na empresa do construtor que fez os trabalhos.
O grupo parlamentar do Chega deu entrada de um requerimento para a convocação, com caráter de urgência, da Comissão Permanente da Assembleia da República para a audição do ministro da Administração Interna e da ministra da Justiça.
No entender do partido, os esclarecimentos dados por Luís Neves em conferência de imprensa na quarta-feira foram “manifestamente insuficientes, contraditórios e, em alguns casos, configurando até a confissão de ilegalidades praticadas”.
Assim, tendo “surgido novos factos suscetíveis de levantar graves suspeitas sobre o ministro visado, os quais não foram, manifestamente, objeto de esclarecimento”, o Chega requer “a convocação, com carácter de urgência, da Comissão Permanente da Assembleia da República”, lê-se no requerimento.
O grupo parlamentar pede para ouvir Luís Neves sobre os temas que, segundo o Chega, “afetam a sua credibilidade/ autoridade/ idoneidade para o exercício das funções que lhe estão adstritas”.
O partido de André Ventura pretende “proceder também à audição da senhora ministra da Justiça, para esclarecimento aos deputados sobre factos relacionados com o ponto acima e que estão sob tutela do seu ministério”.
“Requer-se, assim, a convocação da Comissão Permanente da Assembleia da República para terça-feira ou quarta-feira, dias 4 e 5 de agosto, na hora que entender mais adequada”, refere o documento.
O partido de André Ventura pretende “proceder também à audição da senhora ministra da Justiça, para esclarecimento aos deputados sobre factos relacionados com o ponto acima e que estão sob tutela do seu ministério”.
“Requer-se, assim, a convocação da Comissão Permanente da Assembleia da República para terça-feira ou quarta-feira, dias 4 e 5 de agosto, na hora que entender mais adequada”, refere o documento.
Na quarta-feira, o Chega entregou no Parlamento uma exposição de motivos para avançar com uma comissão parlamentar de inquérito potestativa à atuação de Luís Neves enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária.